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Escritórios sem divisórias funcionam?

img class=aligncenter size-full wp-image-222 src=http://celluscorporativos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/09/Escritórios-sem-divisórias-funcionam.jpg alt=Empty office width=1000 height=667 /

Derrubar as divisórias dos escritórios a princípio pode parecer libertador, mas a verdade é que, na prática, essa estética não funciona tão bem assim. Escritórios totalmente abertos podem acabar se transformando em uma armadilha ao criarem uma falsa sensação de liberdade que na verdade só resulta em aumento de distração e até mesmo de pressão no dia a dia de um ambiente de trabalho. Quer saber mais? Acompanhe:!–more–
h2strongTrajetória dos escritórios/strong/h2
Com o crescimento das empresas, nos anos 60 surgiu o conceito de emaction office/em ou o que chamamos por aqui de cubículo. Trata-se de um arranjo com divisórias que inicialmente foram projetadas para organizar o espaço e dar mais privacidade ao funcionário, porém, da maneira que foram utilizadas, serviram mais para concentrar um número cada vez maior de trabalhadores em espaços cada vez menores. Por isso, tornaram-se símbolos da opressão aos trabalhadores, que mais pareciam peças na linha de montagem de uma indústria.

Foi então que se criou o emopen space/em, uma tendência de organização de espaços com pouquíssimas — ou às vezes até nenhuma — paredes divisórias, prometendo colocar por chão as hierarquias no ambiente de trabalho, melhorando a interação da equipe. O conceito se espalhou no começo do século, especialmente em empresas que se apresentam com um estilo mais despojado. Parecia perfeito, pelo menos a princípio. Mas o fato é que, com o passar do tempo, as organizações perceberam que os escritórios abertos apresentam vários problemas.
h2strongDesvantagens da abertura/strong/h2
O lado negativo dos escritórios sem a href=http://celluscorporativos.com.br/blog/divisorias-sao-todas-iguais/ target=_blankdivisórias/a está sendo cada vez mais percebido. Prova disso é o lançamento recente do livro emCubed: Secret History of the Workplace/em, do escritor Nikil Saval. A publicação traz um estudo detalhado sobre ambientes corporativos desde os anos 20 até os dias atuais, listando uma série de problemas que apareceram com o fim dos cubículos, como:
ul
liAumento do barulho e da distração nas salas, gerando perda do foco, irritabilidade e diminuição da produtividade — tanto é verdade que os fones de ouvido estão por toda a parte./li
liOs funcionários se sentem vigiados demais por terem o chefe mais próximo, ficando mais pressionados. Vale lembrar, afinal, que a hierarquia não desaparece juntamente com as paredes, não é mesmo?/li
/ul
h2strongPossibilidades de solução/strong/h2
Então qual seria a melhor forma de organização do espaço nos escritórios? Para essa pergunta não existe apenas uma resposta, uma vez que é preciso analisar a alternativa que melhor servirá para as necessidades e o perfil de cada organização. Espaços abertos podem até funcionar para alguns tipos específicos de negócios, mas, de maneira geral, existe uma grande tendência do retorno dos cubículos, dessa vez totalmente revitalizados.

As divisórias de a href=http://celluscorporativos.com.br/blog/do-que-sao-feitas-nossas-divisorias/ target=_blankvidro laminado/a são uma excelente alternativa para barrar o barulho, por exemplo, conservando a amplitude estética e o contato visual entre os membros da equipe. Divisórias com persianas, que podem abrir e fechar conforme a necessidade de cada período do dia ou de privacidade do funcionário, também são uma possibilidade interessante.

Como você pode ver, a derrubada das paredes acabou abrindo espaço para uma série de problemas no dia a dia dos escritórios, mas existem diversas alternativas para criar um ambiente agradável e ao mesmo tempo funcional. E você, já sabia que as divisórias podem ser grandes aliadas em seus a href=http://celluscorporativos.com.br/blog/do-papel-ao-tridimensional-o-projeto-3d/ target=_blankprojetos/a? Comente aqui e divida suas impressões conosco!

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